O PIB cresce. Seu mercado também? O perigo de planejar pela média
No segundo trimestre de 2026, o PIB brasileiro cresceu 0,5%, enquanto o consumo das famílias caiu 0,4%, frente ao trimestre anterior, com ajuste sazonal. Esse contraste mostra por que o resultado agregado precisa ser interpretado à luz do mercado atendido. Veja como analisar a exposição da carteira, separar preço de volume e construir cenários mais úteis para o planejamento de 2027.
Desemprego baixo, vagas difíceis de preencher: sua empresa está procurando profissionais que terá de formar?
O Brasil registrou desemprego de 5,3% no trimestre encerrado em agosto de 2026. Em outro levantamento, a ManpowerGroup identificou dificuldade de contratação para 80% dos empregadores brasileiros pesquisados. Entenda o que esses indicadores medem e como avaliar quando contratar, desenvolver competências internamente ou redesenhar uma função — considerando o custo da espera e as capacidades necessárias para crescer.
Metas para 2027: como testar se o crescimento planejado cabe na sua empresa

Uma meta de crescimento de 15% pode exigir um esforço comercial muito maior quando há perdas na carteira. Com um exemplo numérico, mostramos como construir as metas de 2027: projetar a receita, calcular novas vendas, testar a capacidade de entrega e avaliar margem e caixa. Um caminho prático para transformar ambição em um plano com premissas, responsáveis e acompanhamento.
O que faz o cliente escolher sua empresa além do preço?
Quando as propostas parecem equivalentes, o preço ganha peso na decisão. Para mostrar o valor da sua oferta, é preciso entender as prioridades do cliente e demonstrar diferenças que possam ser verificadas na entrega. Descubra como clareza, confiança e experiência de compra podem fortalecer sua proposta e sustentar o relacionamento depois da venda.
Como saber se a tecnologia está dando retorno para a sua empresa
Sua empresa adotou novas ferramentas, mas ainda tem dificuldade para medir o que melhorou? Avaliar o retorno da tecnologia exige acompanhar mudanças na operação, considerar o custo completo e verificar como a capacidade liberada está sendo aproveitada. Veja quais critérios ajudam a decidir quando ampliar, ajustar ou encerrar uma aplicação.
Agentes de IA na empresa: o que delegar e o que precisa de supervisão

Agentes de IA podem consultar informações, executar etapas e dar continuidade a tarefas com diferentes níveis de autonomia. Para aplicar esse potencial na empresa, a liderança precisa definir o que delegar, quais limites estabelecer e como acompanhar as entregas. Entenda como escolher uma primeira aplicação, organizar a supervisão e ampliar o uso conforme os resultados.
Rotina automatizada e IA: o que muda quando o processo roda mesmo sem você
Automação e IA não servem apenas para acelerar tarefas — servem para reduzir dependência de esforço manual e aumentar a consistência da operação. Neste artigo, mostramos como processos automatizados ajudam empresas médias a ganhar previsibilidade, reduzir atrasos, liberar o time para atividades de maior valor e escalar sem ampliar o caos. O ponto central é simples: quando o fluxo continua funcionando sem depender da memória, da cobrança constante ou do improviso, a empresa começa a amadurecer de verdade.
CRM não é apenas um sistema. É método: como desenvolver e administrar o relacionamento com seus clientes e aumentar a previsibilidade do negócio

Muita empresa diz que “tem CRM”. Mas, na prática, o que ela tem é uma ferramenta parcialmente preenchida, atualizada por obrigação, consultada de vez em quando e desconectada das decisões reais do comercial. O nome disso não é gestão de relacionamento.É cadastro com aparência de organização. Esse é um dos grandes equívocos em torno do […]
Empresa orientada a dados: como o Business Intelligence (BI) se torna direcionador de decisões
Ser uma empresa orientada a dados não é ter mais dashboards — é decidir antes, com mais critério e menos ruído. Neste artigo, mostramos como o BI deixa de ser painel e passa a ser estrutura de gestão: antecipando queda de margem, gargalos de conversão, pressão no caixa e custos invisíveis da operação. O tema é urgente porque o mercado já mostra o impacto: empresas com crescimento orientado por dados reportam ganhos de EBITDA de 15% a 25%, enquanto a maioria ainda sofre com excesso de informação sem estrutura — a ponto de 86% dos respondentes em uma pesquisa global dizerem que o volume de dados torna as decisões mais difíceis.
Hand-offs que matam resultado (e como consertar)

Hand-offs ruins são um “imposto invisível” sobre o crescimento: geram retrabalho, ruído entre áreas, perda de conversão e margem comprimida. Neste artigo, mostramos onde os principais hand-offs quebram resultado (marketing→SDR, SDR→comercial, comercial→operação, entrega→pós-venda) e como consertar sem burocracia usando o método dos 3C: Contexto, Critério e Compromisso. O ganho é direto: mais alinhamento, mais previsibilidade e menos incêndio.